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Anos 70... Anos Dourados...
Estava eu sem nada pra fazer, quando resolvi assistir a um dvd do Yes que comprei, "sem querer", por 9,99 nas lojas Americanas. Tem somente seis músicas, cerca de 50 minutos de duração: Live in Philadelphia 1979, com a clássica formação Squire Anderson, Howe Wakeman White. SInceramente falando, comparando com as bandas de hoje em dia, muito poucas têm o potencial inventivo dos caras, a nível de letras, de tocar o instrumento, o feeling e sincronismo da banda... uma coisa de doido. Estamos, porém, num mundo novo, deferente, tecnológico,onde a tecnologia compensa (ou tenta compensar), muitas vezes, a técnica e a criatividade. A cada dia surgem mais bandas de new metal no mercado, mais bandas de rock pop, e cada vez mais parafernalhas eletrônicas são usadas. Bandas que se destacam por serem diferentes, cheias de elementos misturados hoje em dia são raras, e iso só faz com que cenários musicais acabem ganhando um estereótipo. Dentro do metal melódico, por exemplo, considero o Angra uma banda que se destaca entre milhares de bandas que formulam suas músicas com bumbos duplos carregados (diga-se de passagem o Rhapsody, que não nego que adoro, mas que o som deles está um tanto "passado" demais). Bom, a seguir coloco uma foto de um álbum clássico do Yes, Close To The Edge. Também recomendo ouvirem o Fragile, e o cd Ashes Are Burning, do Renaissance. Abraços a todos!!!

Escrito por RodrigoGrosskopf às 01h51
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Mighty Arhes!!!
Velha e poderosa Arhes!!! Era o nome da banda que formamos, em 2002, eu, Renato (bateria), Thales (guitarra) e Felipe (vocais). Fizemos dois shows em menos de uma semana, que beleza que foi... depois entrou um segundo guitarrista, e pouco tempo depois a banda acabou. Algum tempo depois, resolvemos voltar com a banda: Eu, Renato, Thales e Fabrício (vocais), com João Reinaldo (João Rockeiro) na guitarra. Ensaiamos firme, sempre apoiados pelo nosso amigo Simão, que estava em todos os (3) ensaios huauhahuahuhauhauhu. Fizemos uma breve apresentação no clube Royal, aqui em Barra do Piraí mesmo. Foi umamaravilha, repertório diferente, mais pesado e mais melódico. Pouco tempo depois, João Rockeiro e Simão foram embora para Curitiba. Na guitarra, assumiu o nosso amigo Elvis, que ainda está no primário (heheheheheh brincadeira). Porém, as coisas estavam mudando: Fabrício agora tocava baixo em outra banda também; Elvis estava estudando bastante violono, sem falar que no começo de tudo, ele trabalhava;Renato tinha 1001 bandas e escola; eu estava apertado na faculdade e o Thales é preguiçoso (huahuahuahuahuahuauhahuahuahua sacanaj, cara!!!). A banda foi ficando cada vez mais desunida, não em termos de amizade, mas sim em termos musicais. Hoje, virou mito, assim como o deus Ares. Mas, quem sabe, um dia a gente não volta a tocar??? E faremos a melhor mistura de metal sinfônico, prog metal e demais estilos ligados que pudermos!!! Se o Lande aceitasse cantar com a gente, era tudo tãããããããããããããããão diferente huahuahuahuahuahuhauhauauhahuahu nas fotos, temos primeiramente eu bangueando no primeiro show da banda (Live at Largo), enquanto na segunda o trio básico da Arhes (Eu, Thales ainda de cabelo curto e Renato ainda de cabelo comprido hehehehehh) fazendo uma jam. Agradecimentos ao Felipe Athirson por nos fotografar no Largo, e Rodolfo por fotografar o ensaio. Abraços a todos!!!

Escrito por RodrigoGrosskopf às 02h45
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Cliff Burton
Estou ao som de O Holy Night, tocada pelo Dream Theater e, na boa, a voz do Labrie é uma coisa de louco nessa música... e bem que ela foi gravada em 1996, se não me engano. Muito bom!!! Bem, eu estava ontem dando uma olhada nas minhas revistas Cover Baixo, e resolvi catar para dar uma lida a edição que trata de Cliff Burton. Fico imaginando se teremos, no futuro, baixistas geniais que nem ele. Ao lado de Steve Harris, não somente eu como muitos o consideramos um dos gigantes do metal. Um estilo peculiar de tocar, no dedo mesmo (odeio palheta!!!) e tirando um som cheio, agressivo, distorcido, mas nem por isso menos melódico e coeso, dando consistência porém saindo do estereótipo de que o baixista deve ficar servindo de coluna para sustentar a banda. Por isso, decidi colocar aqui essa foto, em homenagem a este que foi mais do que "um entre outros" no cenário do rock mundial. Aos interessados, recomendo baixarem o solo de baixo que ele fez na noite de sua morte, sua última produção espontânea, disponível no kazaa (Bass solo Cliff Burton - Night he died). E, esclarecendo sobre o bonequinho do perfil, eu não tenho o cabelo nem curto nem daquele jeito, é q essa porcaria de blog não sabe que há homens de cabelos compridos!!! Huahuahuahuahuauhauha abração a todos!!!
Escrito por RodrigoGrosskopf às 02h30
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Estava indo a um haras, de um amigo meu (mais especificamente falando, de meu pai) e resolvi levar uma companhia: o cd do Masterplan. Certamente, um dos melhores cds lançados na atualidade. Na guitarra, um camarada que dispensa apresentações: Roland Grapow. Na bateria, Uli Kusch, outro mosntro em seu instrumento. Nos baixos e teclados, músicos de qualidade, apesar de não serem excepcionalmente bons. Porém, o que veio me chamando mais atenção, desde o tempo em que peguei esse cd emprestado com o Thales e fikei um tempão com ele em casa (coisa feia, não???) foram os vocais de Jorn Lande!!! Cacete, de onde saiu essa porra??? É uma mistura coesa de vários vocalistas em um só, os ragos de voz a la Dio que ele dá são fenomenais. O cd todo é recheado de melodias, alternações de arranjos bem feitos com bastante peso e velocidade, sendo algo a mais do que um metal melódico (que nos dias atuais se mostra meio desgastado) e não chegando a ser um prog metal formalmente dito. As melodias e backings que esse cara manda são mais do que fantásticas, são uma esperança de que o mundo do peso de hoje em dia pode não se reduzir a um tanto de bandas chatas cheias de parafernalhas de rap (como odeio o Faith No More) e músicos cheios de efeitos e sem dom para tocar seus instrumentos de forma decente!!!

Bom, tudo isso no cd do Masterplan... agora, uma coisa que me chamou a atenção: conheci a banda antes de ler a reportagem com "um tal de Randy Coven", que descobri ser ex-professor de gigantes do porte de John Myung (Dream Theater) e baixista da banda Ark. QUando soube que Lande estava na jogada também, comecei a correr atrás do cd. Esgotada a prensagem!!! Visto esse obstáculo, comecei a baixar as músicas da net, ainda me faltam duas... mas pelo amor de Deus!!! Que este cara está fazendo fora daquela banda??? Sinceramente, gostaria de entender isso!!! Aos meus ouvidos, a banda é perfeita!!! Prog metal do melhor, foge ao estereótipo de Dream Theater que muitas bandas até hoje têm (e que o próprio Labrie reclamou numa entrevista à Rock Brigade, das "fórmulas musicais"). Se alguém que entrar nesse blog tiver ouvido ambos os cds, gostaria que compartilhasse opiniões aqui comigo!!! Um forte abraço a todos!!!
Escrito por RodrigoGrosskopf às 03h10
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Inaugurando!!!
Bem... inaugurando mais um blog (pq eu tenho um blig atualizado uma vez por ano hauhuahuahuhuahuahau), este eu pretendo atualizar com freqüência... acho que estava faltando um lugar onde eu pudesse discutir coisas relacionadas ao metal em geral, e à cultura geral que, inevitavelmente, faz parte do heavy metal (exemplo clássico são as músicas do Iron Maiden inspiradas em livros, entre outros). Só algumas especificações: -> NÃO considero, e aliás acho louco quem considera, bandas como J Quest e Legião Urbana como bandas de Heavy Metal;
-> Também não considero bandas de New Metal mais atuais, cheias de efeitos eletrônicos e caras gritando, como Heavy Metal;
-> Odeio vocais guturais;
-> Não sou chato, apenas exigente!!! hahuhauhauhauauhahuahuahua :P Espero que gostem do blog, e que nesse entrem mais que três pessoas hehehehhhheheheeh abração a todos!!!
Escrito por RodrigoGrosskopf às 01h54
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